Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Entenda por que Treinar não Elimina Totalmente o Risco de Infarto e o que Fazer para Proteger seu Coração de Verdade

Pessoas Fit Também Podem Infartar: O Que a Ciência Diz Sobre a Aterosclerose Silenciosa em Atletas

Você já ouviu falar de alguém magro, ativo, corredor de maratona ou praticante de triathlon que teve um infarto? Essa situação choca porque contraria tudo o que imaginamos sobre saúde. A aterosclerose silenciosa — processo inflamatório crônico nas artérias — pode evoluir por décadas sem dar nenhum sinal, e acomete até pessoas com excelente condicionamento físico. Entender como isso acontece, quais os fatores de risco envolvidos e o que fazer para se proteger é essencial para quem treina, para quem quer começar, e para quem deseja cuidar de verdade do coração.

⚠️ Aviso importante: As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e informativo. Elas não substituem consulta médica, diagnóstico ou tratamento profissional. Em caso de dúvidas sobre sua saúde, procure sempre um médico ou profissional de saúde habilitado.

O vídeo abaixo é do canal FalaLu!, da Profa. Dra. Luciana Haddad (CRM-SP 105296), médica livre-docente pela USP. Nele, ela explica de forma descomplicada e baseada em ciência por que pessoas ativas também podem desenvolver doença arterial coronariana:

O Que É Aterosclerose e Por Que Ela É Silenciosa?

A aterosclerose é uma doença inflamatória crônica da parede das artérias. Ela não começa com uma obstrução súbita — é um processo lento que leva anos ou décadas para se desenvolver.

Partículas de colesterol, especialmente as que contêm LDL (o chamado “colesterol ruim”), atravessam a parede interna das artérias, desencadeiam uma resposta inflamatória e favorecem a formação das chamadas placas de ateroma. Essas placas não são feitas só de gordura, como muita gente imagina. Elas também contêm células inflamatórias, tecido fibroso, cálcio e restos celulares.

À medida que a placa cresce, ela reduz o calibre do vaso e dificulta a passagem do sangue. Em geral, os sintomas de angina (dor no peito) surgem quando a obstrução já ocupa mais de 70% do diâmetro do vaso. Mas o grande problema é que muitas pessoas chegam ao infarto sem nunca ter sentido qualquer sintoma antes.

Colesterol Alto - 5 Grãos Comprovados pela Ciência para Limpar as Artérias

Treinar Muito Protege o Coração — Mas Não Garante Artérias Saudáveis

Essa é a informação que mais surpreende. O exercício físico regular é, sim, uma das intervenções mais poderosas para reduzir o risco cardiovascular. Mas, como explica a Dra. Luciana no vídeo, treinar regularmente não significa necessariamente que as artérias coronarianas estão livres de aterosclerose.

Diversos estudos mostram que mesmo atletas de alta performance podem apresentar calcificação coronariana ou placas ateroscleróticas detectáveis em exames de imagem. Publicações recentes no European Heart Journal (2025) e no Journal of Clinical Medicine (2024) confirmam que a doença coronariana subclínica é mais prevalente em atletas de endurance de longa data do que se imaginava.

Por que isso acontece mesmo em quem é saudável?

Existem dois cenários principais que explicam esse fenômeno:

  • Fatores genéticos e metabólicos: predisposição familiar (pais ou avós que infartaram), níveis elevados de colesterol LDL ou de lipoproteína(a), hipertensão arterial e outras alterações metabólicas podem favorecer a formação de placas independentemente do nível de atividade física.
  • Volumes extremos de treinamento: atletas de endurance — maratonistas, ciclistas e triatletas — submetidos por muitos anos a cargas muito elevadas de treino apresentam, segundo estudos com tomografia cardíaca, maior prevalência de calcificação coronariana do que indivíduos ativos com níveis moderados de exercício. Uma das hipóteses é que as sessões repetidas de esforço muito intenso podem gerar episódios transitórios de inflamação, estresse oxidativo e microlesões vasculares que, ao longo do tempo, contribuem para a remodelação arterial.

É fundamental ressaltar que esses achados não significam que o exercício intenso é prejudicial para a maioria das pessoas. A prática regular de atividade física continua sendo uma das estratégias mais eficazes para reduzir a mortalidade cardiovascular. O que a ciência reforça é que mais exercício nem sempre significa menos risco — especialmente em indivíduos expostos a cargas extremas por muitas décadas.

Prevenção e Estilo de Vida Saudável - Dietas, Nutrição, Longevidade e Fitness Funcional

Como o Infarto Acontece de Verdade

O termo médico completo é infarto agudo do miocárdio. “Miocárdio” é o músculo do coração, e “infarto” significa morte do tecido causada pela falta de suprimento sanguíneo. Mas o infarto raramente é um evento que surge do nada — ele é o estágio final de um processo que já vinha acontecendo silenciosamente por anos.

As artérias que nutrem o coração

O coração é irrigado pelas artérias coronárias — vasos que levam oxigênio e nutrientes ao músculo cardíaco o tempo todo. As principais são a coronária direita e a coronária esquerda, que se ramificam em vasos menores. Um dos ramos mais conhecidos é a artéria descendente anterior, que irriga grande parte do ventrículo esquerdo (principal câmara responsável por bombear sangue para o corpo) e está associada a infartos extensos quando obstruída.

Quando qualquer uma dessas artérias é bloqueada, o tecido cardíaco começa a sofrer isquemia — falta de oxigênio. Se o fluxo não for restabelecido rapidamente, as células começam a morrer. Esse processo é chamado de necrose miocárdica.

Por que o tempo é tão crítico?

Estudos mostram que danos irreversíveis no músculo do coração podem ocorrer após apenas 20 a 40 minutos de isquemia completa. Por isso existe um princípio fundamental na cardiologia: “Tempo é músculo”. Quanto mais rápido o fluxo sanguíneo for restaurado — seja por medicamentos trombolíticos ou pelo procedimento do stent (prótese colocada dentro da artéria para mantê-la aberta) — maior a chance de preservar o coração e evitar complicações graves.

Sintomas que não devem ser ignorados

  • Dor ou pressão forte no peito
  • Irradiação para o braço esquerdo, mandíbula ou costas
  • Suor frio e náusea
  • Falta de ar súbita
  • Sensação de mal-estar intenso e inexplicável

Atenção: em mulheres, idosos e diabéticos, os sintomas podem ser atípicos — como cansaço extremo ou dor nas costas. Qualquer suspeita é motivo para chamar o SAMU (192) ou ir imediatamente a uma emergência.

A Ruptura de Placa: o Verdadeiro Gatilho do Infarto

Na maioria dos casos, o evento que desencadeia o infarto não é uma artéria que vai fechando progressivamente — é a ruptura de uma placa aterosclerótica já existente na artéria coronária.

Algumas placas permanecem estáveis por muitos anos, estreitando a artéria de forma gradual. Outras, porém, possuem uma capa fibrosa mais fina e inflamada, tornando-as muito mais suscetíveis à ruptura. Quando essa cápsula se rompe, o conteúdo interno da placa entra em contato com o sangue e ativa um processo de coagulação: as plaquetas formam um trombo (coágulo) que obstrui a artéria — e o infarto acontece em questão de minutos.

O dado mais alarmante revelado pelos estudos é que muitas dessas rupturas ocorrem em placas que produziam estreitamentos moderados — às vezes menores que 50% do diâmetro do vaso. Ou seja, a pessoa pode não ter tido nenhum sintoma prévio e ainda assim ter um infarto durante uma corrida ou uma prova de Iron Man.

O que aumenta a instabilidade das placas e a chance de ruptura?

  • Tabagismo
  • Estresse metabólico elevado
  • Diabetes descontrolado
  • Inflamação sistêmica crônica
  • Picos transitórios de pressão arterial alta
  • Desidratação severa (comum em provas longas)
  • Privação de sono
  • Uso de estimulantes sem orientação médica
A Epidemia Silenciosa nas Cidades: Sedentarismo, Estresse e Ultraprocessados na Saúde Coletiva

O Risco Residual em Atletas de Endurance

Para atletas que se dedicam a volumes muito elevados de treinamento por muitas décadas, existe ainda outro fenômeno relevante: uma maior incidência de fibrilação atrial — um tipo de arritmia em que o coração bate de forma descoordenada, provavelmente associada a adaptações estruturais como o aumento do tamanho do átrio e alterações autonômicas relacionadas ao treinamento crônico.

Em situações de estresse fisiológico — como desidratação, privação de sono ou uso de estimulantes — essas arritmias podem desencadear sintomas cardiovasculares e revelar uma doença coronariana que estava até então silenciosa.

Um dado curioso confirmado por estudos com tomografia cardíaca: as placas coronarianas encontradas em atletas de endurance tendem a ser mais calcificadas e, portanto, mais estáveis do que as placas da população geral. Isso sugere um perfil de risco diferente — mas não elimina a necessidade de acompanhamento médico regular.

Segundo uma metanálise publicada no International Journal of Cardiology (2025), atletas de endurance têm maior prevalência de aterosclerose coronariana do que controles, mas não apresentam maior prevalência de placas de alto risco ou obstrutivas. O debate científico sobre os limites seguros do volume de treinamento continua em andamento.

Exercício Também Protege — E Muito

Antes de qualquer conclusão precipitada: a prática regular de atividade física continua sendo uma das maiores proteções cardiovasculares que existem. Pessoas com melhor aptidão cardiorrespiratória têm menor risco de mortalidade cardiovascular e menor incidência de doença arterial coronariana — isso está amplamente estabelecido pela ciência.

Além disso, o exercício estimula o desenvolvimento da circulação colateral coronariana — pequenos vasos sanguíneos que crescem ao redor das artérias principais e podem manter o fluxo de sangue para o músculo cardíaco mesmo quando há uma limitação em uma artéria principal. Essa adaptação pode, inclusive, salvar a vida de um atleta em caso de evento agudo.

A mensagem, portanto, não é parar de treinar. É combinar o estilo de vida ativo com um acompanhamento médico periódico e prevenção baseada em evidências.

O estresse emocional crônico é outro fator que pode inflamar as placas e aumentar o risco cardiovascular. Cuidar da saúde mental faz parte do cuidado integral com o coração. Confira estratégias práticas de bem-estar psicológico em: Saúde Mental: Estratégias Práticas para Bem-Estar Psicológico.

A alimentação também é pilar fundamental da saúde cardiovascular. A ciência já identificou alimentos com capacidade comprovada de auxiliar no controle do colesterol e da inflamação vascular. Veja mais em: Os 6 Alimentos Mais Saudáveis do Mundo: o que a Ciência Diz.

🩺 Exames e Estratégias de Prevenção que Fazem Diferença

A Dra. Luciana Haddad enfatiza no vídeo que só treinar não deixa ninguém imune à doença coronariana. As estratégias de prevenção são fundamentais — especialmente para quem tem histórico familiar, treina em volumes extremos ou apresenta outros fatores de risco.

Entre as principais medidas de monitoramento recomendadas estão:

  • Avaliação periódica da pressão arterial: saber se você é ou não hipertenso é o primeiro passo.
  • Exames laboratoriais: perfil lipídico completo (LDL, HDL, triglicerídeos e lipoproteína(a)), glicemia e marcadores metabólicos.
  • Avaliação global do risco cardiovascular: um clínico geral, cardiologista ou médico do esporte pode calcular seu risco com base em múltiplos fatores de forma integrada.
  • Score de cálcio coronariano: exame de tomografia de baixa dose que detecta calcificação nas artérias coronárias. Segundo a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose 2025 (Sociedade Brasileira de Cardiologia), tem papel relevante na estratificação de risco, especialmente em pacientes com risco intermediário.
  • Angiotomografia coronariana: mostra imagens detalhadas das artérias do coração, incluindo placas não calcificadas — útil para pessoas com maior risco ou sintomas suspeitos.

A genômica personalizada está avançando e, em breve, poderá permitir identificar predisposições cardiovasculares muito antes de qualquer sintoma. Saiba mais sobre essa fronteira da medicina em: Medicina Personalizada e Genômica: Como Seu DNA Pode Salvar Sua Vida Antes da Doença Aparecer.

💡 Dicas Práticas para Proteger Seu Coração

  • Não pule o check-up: mesmo se sentindo bem e treinando regularmente, avaliações cardiológicas periódicas são indispensáveis para quem tem mais de 35 anos ou fatores de risco.
  • Conheça seu histórico familiar: pais, irmãos ou avós que infartaram — especialmente antes dos 55 anos (homens) ou 65 anos (mulheres) — aumentam seu risco individualmente.
  • Monitore seu colesterol: o LDL elevado pode estar presente mesmo em pessoas magras e ativas. Solicite exames regularmente.
  • Controle a pressão arterial: a hipertensão é silenciosa e é um dos maiores fatores de risco para infarto e AVC.
  • Durma bem: a privação de sono aumenta marcadores inflamatórios e pode desestabilizar placas. Priorize de 7 a 9 horas por noite.
  • Hidrate-se adequadamente, especialmente em provas longas: a desidratação aumenta a viscosidade do sangue e o risco de arritmias.
  • Evite estimulantes sem orientação médica: algumas substâncias aumentam a pressão e a demanda cardíaca de forma perigosa.
  • Gerencie o estresse: o estresse crônico favorece a inflamação sistêmica, um dos principais gatilhos para a instabilidade das placas.

Tabela: Fatores que Influenciam o Risco Cardiovascular em Atletas e Não Atletas

Fator de RiscoImpacto em Não AtletasImpacto em Atletas
Histórico familiar de infarto⚠️ Alto⚠️ Alto
LDL elevado⚠️ Alto⚠️ Alto
Hipertensão arterial⚠️ Alto⚠️ Alto
Sedentarismo⚠️ Alto✅ Baixo
Volume extremo de treino por décadas➖ N/A⚠️ Moderado
Tabagismo⚠️ Alto⚠️ Alto
Diabetes / resistência insulínica⚠️ Alto⚠️ Alto
Estresse crônico e privação de sono⚠️ Moderado⚠️ Moderado

Gostou do conteúdo? Compartilhe este artigo com seus amigos que treinam, salve para consultar depois e deixe seu comentário abaixo — queremos saber se você está com o check-up em dia! 💙

Conclusão: Saúde Cardiovascular Vai Muito Além da Boa Forma

A aterosclerose silenciosa nos lembra de uma verdade incômoda: boa forma física não é sinônimo de ausência de doença cardiovascular. A saúde do coração depende de uma equação complexa que envolve genética, metabolismo, pressão arterial, nível de colesterol, inflamação sistêmica e hábitos de vida — e todos esses elementos precisam ser avaliados de forma integrada.

Isso não significa parar de treinar. Muito pelo contrário: a atividade física regular continua sendo um dos pilares mais poderosos da saúde cardiovascular, reduzindo a mortalidade e desenvolvendo inclusive a circulação colateral protetora. O recado é que o exercício complementa — mas não substitui — o acompanhamento médico periódico e a prevenção baseada em evidências.

Se você treina com regularidade, especialmente em volumes elevados, e nunca fez uma avaliação cardiológica completa, este é o momento certo de marcar uma consulta. Cuide do seu coração com a mesma dedicação com que você cuida dos seus treinos. O check-up pode revelar informações que mudam — e salvam — a sua vida.

❓ Perguntas Frequentes sobre Aterosclerose e Infarto em Atletas

1. Pessoas que se exercitam regularmente podem ter infarto?

Sim. O exercício regular reduz significativamente o risco cardiovascular, mas não elimina completamente a possibilidade de aterosclerose. Fatores genéticos, metabólicos e outros fatores de risco podem levar ao desenvolvimento de placas nas artérias mesmo em pessoas muito ativas. Isso é confirmado por estudos científicos recentes e foi abordado pela Dra. Luciana Haddad no vídeo acima.

2. O que é aterosclerose silenciosa?

É o desenvolvimento de placas compostas por gordura, cálcio e células inflamatórias nas artérias coronárias sem que a pessoa sinta qualquer sintoma. A doença pode evoluir por décadas de forma silenciosa e só se manifestar quando ocorre uma obstrução aguda — o infarto.

3. Treinar muito pode aumentar o risco cardíaco?

Estudos científicos recentes sugerem que volumes extremos de treinamento de endurance ao longo de muitas décadas podem estar associados a uma maior prevalência de calcificação coronariana em um pequeno grupo de atletas mais suscetíveis. No entanto, a prática regular de exercícios em volumes moderados continua sendo extremamente protetora para a grande maioria das pessoas. Os eventos cardíacos graves em atletas são considerados raros.

4. Quais são os sintomas de um infarto?

Os sintomas clássicos incluem dor ou pressão forte no peito, irradiação para o braço esquerdo, mandíbula ou costas, suor frio, falta de ar e náusea. Em mulheres, idosos e diabéticos, os sintomas podem ser atípicos, como cansaço extremo ou desconforto nas costas. Qualquer suspeita é motivo para chamar o SAMU (192) imediatamente ou ir a uma emergência.

5. O que é o score de cálcio coronariano?

É um exame de tomografia computadorizada de baixa dose que detecta e quantifica a presença de cálcio nas artérias coronárias — um marcador específico de aterosclerose. Segundo a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose 2025 (SBC), tem papel relevante na estratificação de risco cardiovascular, especialmente em pessoas de risco intermediário.

6. Quem tem histórico familiar de infarto deve se preocupar mais?

Sim. A predisposição genética é um fator de risco importante e independente. Se pais, irmãos ou avós tiveram infarto — especialmente antes dos 55 anos (homens) ou 65 anos (mulheres) — o risco individual é mais elevado, mesmo com estilo de vida saudável. Informe sempre seu médico sobre o histórico familiar.

7. Qual a diferença entre uma placa estável e uma placa instável?

Uma placa estável tem capa fibrosa espessa e tende a estreitar a artéria gradualmente. Uma placa instável tem a capa mais fina e inflamada, sendo muito mais suscetível à ruptura. Quando a placa instável se rompe, forma-se um coágulo que obstrui a artéria rapidamente — causando o infarto. Estudos mostram que infartos frequentemente ocorrem em placas que estreitavam menos de 50% da artéria.

8. Com que frequência devo fazer check-up cardiológico?

A frequência ideal depende da sua idade, histórico familiar e fatores de risco individuais. Em geral, adultos acima de 40 anos — especialmente atletas que treinam em volumes elevados — devem realizar avaliação cardiológica ao menos uma vez ao ano. Pessoas com fatores de risco como hipertensão, diabetes ou histórico familiar podem precisar de acompanhamento mais frequente. Consulte seu médico para definir a melhor estratégia para o seu perfil.

📚 Referências

  1. Coronary atherosclerosis in athletes: emerging concepts and preventive strategies — European Heart Journal, Oxford University Press (2025)
  2. The Spectrum of Coronary Artery Disease in Elite Endurance Athletes — Journal of Clinical Medicine, MDPI (2024)
  3. Coronary atherosclerosis in athletes: recent insights and clinical considerations — British Journal of Sports Medicine (2024)
  4. Coronary atherosclerotic burden in veteran athletes — Revista Portuguesa de Cardiologia (2024)
  5. Escore de cálcio coronariano: estado atual — Radiologia Brasileira
  6. Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2025 — Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Arq Bras Cardiol. 2025; 122(9):e20250640
  7. Por que pessoas fit infartam | entenda a aterosclerose silenciosa — Canal FalaLu! (Profa. Dra. Luciana Haddad, CRM-SP 105296, 2026)
Por Favor. Avalie este Artigo.
Post anterior
Próximo post

LEANDRO

Writer & Blogger

All Posts

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Posts Relacionados

Copyright © 2025 Brasil Ideal. Todos os direitos reservados.